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BYD lança ônibus elétrico com 700 km de autonomia e revoluciona o transporte sustentável

BYD lança ônibus elétrico com 700 km de autonomia e revoluciona o transporte sustentável

A montadora chinesa BYD anunciou, em julho de 2025, o lançamento de um novo ônibus elétrico com autonomia de até 700 km por carga, um marco para a mobilidade urbana sustentável no Brasil e no mundo.

Apresentado durante a Lat.Bus & Transpúblico 2025, em São Paulo, o novo modelo vem equipado com a bateria Blade, tecnologia própria da BYD que se destaca pela segurança, durabilidade e alta capacidade energética.

Com chassi chamado BYD eBus K9M 22, o veículo é 100% elétrico, silencioso, livre de emissões de poluentes e voltado para o transporte coletivo urbano de alta eficiência. Sua autonomia é ideal para operações em longos trajetos urbanos e metropolitanos, reduzindo drasticamente a necessidade de recarga durante o dia.

O lançamento chega em um momento crucial para o Brasil, que busca descarbonizar sua matriz de transportes e ampliar o uso de veículos de energia limpa, em sintonia com os compromissos climáticos e ambientais assumidos internacionalmente.

Além disso, o ônibus é equipado com tecnologia de ponta, como sistemas de segurança embarcados, conectividade inteligente e espaço interno otimizado, elevando o padrão do transporte público.

A ABEE-SE celebra essa inovação e reforça a importância da eletrificação do transporte coletivo como caminho para cidades mais sustentáveis, silenciosas e eficientes.

Anatel publica nova resolução que exige comprovação de capacidade técnica e registro no Crea para empresas de telecomunicações

Anatel publica nova resolução que exige comprovação de capacidade técnica e registro no Crea para empresas de telecomunicações

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicou uma nova resolução que representa um marco para a valorização da responsabilidade técnica no setor de telecomunicações. Agora, as empresas que atuam na prestação de serviços de telecom deverão comprovar sua capacidade técnico-operacional e apresentar registro no Crea (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) para obter ou manter sua autorização de funcionamento.

Essa mudança está alinhada com os princípios de qualidade, segurança e responsabilidade profissional, garantindo que apenas empresas devidamente habilitadas e com respaldo técnico possam operar nesse setor estratégico. A medida visa coibir a atuação de empresas irregulares, que colocam em risco a confiabilidade dos serviços prestados à população e ao mercado.

A exigência do registro no Crea e da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) reforça a importância da presença de engenheiros qualificados nos quadros técnicos das empresas, promovendo a valorização da engenharia nacional e fortalecendo o papel das entidades de classe na regulação do setor.

A iniciativa também representa um avanço regulatório, trazendo maior segurança jurídica, profissionalismo e confiabilidade à infraestrutura de telecomunicações no Brasil — especialmente em um momento em que o país vive a expansão do 5G, da Internet das Coisas (IoT) e da automação em larga escala.

A ABEE-SE parabeniza a Anatel pela medida e destaca a importância do envolvimento de profissionais habilitados para garantir a excelência técnica, a inovação e o desenvolvimento sustentável do setor.

Revisão da NBR 5419 que prevê redefinição na análise de risco e densidade de raios

Revisão da NBR 5419 que prevê redefinição na análise de risco e densidade de raios

A ABNT iniciou uma revisão significativa da NBR 5419 – norma brasileira de proteção contra descargas atmosféricas, com envio do novo texto para consulta pública. A principal mudança proposta é a redefinição da análise de risco, exigindo reavaliação de projetos já aprovados conforme a versão anterior.

Espera-se que a norma incorpore dados satelitais e sensores para aferição mais precisa da incidência de raios. É introduzida a análise de risco dinâmico, integrando frequências de descargas reais com condições meteorológicas locais. A densidade de descargas ao solo (Ng) passará a ser refinada e atualizada com base em mapas mais recentes do INPE. Haverá distinção entre múltiplas descargas no mesmo ponto e incidência geral numa área, melhorando a precisão do cálculo NG versus NSG.

A análise de risco deixará de considerar riscos de forma isolada (pessoas, estrutura e continuidade) para uma visão integrada, conforme recomendação da IEC 62305‑2:2024. Novos sensores de alerta de tempestade (TWS) serão incorporados como medida complementar, alinhando-se à IEC 62793:2020.

Esses sistemas permitem tomadas preventivas, especialmente em instalações críticas, reduzindo riscos de danos.

Será exigida revalidação de SPDA em função dos novos critérios, com ajustes em casos de projetos baseados na norma antiga. As mudanças impactarão diretamente engenheiros e empresas de proteção contra raios, exigindo atualização técnica e operacional. A revisão também promete regulamentar a adoção de métodos de cálculo mais sofisticados, como a unificação do risco total (R). A norma priorizará continuidade de serviços como métrica-chave de risco, fundamentada na frequência de dano (F).

Prevê-se que os parâmetros de zona de proteção e malhas de captação sejam reajustados. A densidade de descargas será calculada com base em curtos períodos de observação, aumentando a assertividade. A atualização trará alinhamento técnico com normas internacionais mais modernas, reforçando segurança e confiabilidade.

Setores como telecomunicações, hospitais e indústrias serão diretamente beneficiados pelas mudanças. A norma revisada deve trazer exigências de integração entre sistemas de medição e proteção, conectados a alertas de tempestade.

A expectativa é que a norma aprovada entre em vigor ainda em 2025, gerando impacto imediato nos projetos SPDA. Em suma, a revisão da NBR 5419 propõe uma proteção contra raios mais inteligente, precisa e integrada, exigindo atualização de padrões, projetos e sistemas de acompanhamento.

Brasil supera os 4 GW de potência instalada em 2025

Brasil supera os 4 GW de potência instalada em 2025

O setor de energia renovável brasileiro atinge um novo marco histórico: mais de 4 gigawatts de potência instalada em 2025!

Esse avanço reforça o protagonismo do Brasil na transição energética, mostrando que é possível crescer de forma limpa, sustentável e eficiente. A geração distribuída, os investimentos em energia solar, eólica e outras fontes renováveis vêm impulsionando o desenvolvimento e a descentralização da matriz energética.

A ABEE-SE celebra essa conquista como um passo fundamental para um futuro energético mais inovador e sustentável em Sergipe e em todo o país.

Atenção, Brasil! A Importação de Carros Elétricos Está Mais Cara!

Atenção, Brasil! A Importação de Carros Elétricos Está Mais Cara!

A partir de 01 de julho de 2025, entrou em vigor o aumento do imposto de importação para veículos elétricos no Brasil. A medida, adotada pelo governo federal, impacta diretamente consumidores, empresas e o setor de mobilidade sustentável.

Enquanto o mundo avança rumo a uma matriz energética limpa e à redução de emissões, o Brasil dá um passo atrás ao encarecer o acesso aos carros elétricos, justamente no momento em que o mercado começava a ganhar força.

  • Como isso afeta o futuro da mobilidade elétrica no país?
  • Como fica o compromisso com a sustentabilidade e a inovação?

A ABEE-SE reforça seu posicionamento em defesa do crescimento da mobilidade elétrica e da democratização do acesso a tecnologias limpas e sustentáveis.

Em dois meses, potência de geração no Brasil foi ampliada em 1,6 GW

Em dois meses, potência de geração no Brasil foi ampliada em 1,6 GW

O primeiro bimestre de 2025 contabilizou um crescimento de 1.613,70 megawatts (MW) na matriz de geração elétrica no Brasil, segundo levantamento realizado pelas áreas técnicas da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Em fevereiro, houve uma ampliação de 165,31 MW decorrente da entrada em operação comercial de 10 usinas: cinco eólicas (64,20 MW), uma usina termelétrica (53,13 MW) e quatro pequenas centrais hidrelétricas (47,98 MW).

Os dois primeiros meses de 2025 contaram com a liberação de novas usinas em 10 estados nas cinco regiões do país. O Mato Grosso do Sul apresenta a maior expansão no período, com 437,13 MW, seguido de Minas Gerais, com 336,83 MW. Considerando apenas o mês de fevereiro, a Bahia foi o estado com maior crescimento da potência instalada, com 64,20 MW decorrentes da entrada em operação de cinco usinas.

Capacidade total de usinas centralizadas é de 209,9 GW

Em 5 de março, o Brasil somou 209.904,9 MW de potência fiscalizada, de acordo com dados do Sistema de Informações de Geração da ANEEL, o SIGA, atualizado diariamente com dados de usinas em operação e de empreendimentos outorgados em fase de construção. Desse total em operação, ainda de acordo com o SIGA, 85,02% das usinas são consideradas renováveis.

Onde encontrar mais dados sobre a geração elétrica

Uma abordagem mais detalhada do crescimento da oferta centralizada de energia elétrica pode ser encontrada no painel RALIE, que reúne informações sobre a expansão da matriz elétrica. Com formato intuitivo, a ferramenta amplia o acesso aos dados de fiscalização de novas usinas em implantação e facilita o acompanhamento da expansão da oferta de geração de acordo com o ano, região, tipo de fonte de energia, entre outros filtros. Os objetivos são aprimorar a interatividade e fornecer mais informações sobre obras de geração.

As informações do painel são atualizadas mensalmente baseadas nas inspeções in loco nas obras das centrais geradoras e nos dados disponibilizados no Relatório de Acompanhamento de Empreendimentos de Geração de Energia Elétrica (Rapeel), que conta com a contribuição das empresas fiscalizadas para uma análise minuciosa da equipe de monitoramento. Veja neste link os relatórios e indicadores da ANEEL relacionados à geração de energia elétrica.

 

Fonte: https://www.gov.br/aneel